Artur Ferreira (1999) vive em São Paulo e pesquisa o anacronismo das imagens a partir do processo artístico como um modo de abertura para a percepção das camadas de tempos sensíveis e sobredeterminados aos objetos da História da Arte. Utiliza de linguagens pictóricas e da escultura para chegar a uma intersecção plástica entre arqueologia, historiografia e os processos artísticos, tomando como guias a materialidade e a sobrevivência do antigo na representação figurativa.
Bacharel em Artes Visuais pelo IA da UFRGS, atualmente, é mestrando do PPGAV-USP em Poéticas Visuais. Suas obras fazem parte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e sua primeira exposição individual, no ano de 2023, foi na Fundação Ecarta, intitulada O Quarto de Gitão.